A primeira vez que fui a público com meu falecido marido. Ninguém me conhecia, e eu era uma anônima que estava se casando com um magnata.
Emocionalmente falando, sim. A vulnerabilidade traz essa sensação conflitanfe de exposição. É bom me sentir segura o suficiente para me "despir", mas desconfortável deixar que vejam o que nem eu mesma quero ver. Me sinto mais "coberta" em palco diante de uma plateia do que confiando os meus pensamentos em alguém.
A vulnerabilidade tem esse efeito curioso em mim; não expõe o corpo, expõe o que eu sempre tentei proteger por dentro. Às vezes acontece numa conversa honesta, quando admito que estou com medo. Outras vezes, quando digo que me importo, porque me importar é sempre correr o risco de não ser acolhida de volta.
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