Existe um som que eu adoro, que é o da espátula contra a tela durante uma restauração minuciosa. É um barulho baixinho, bem agradável, diferente do som de lixa que provavelmente é o que toca na abertura dos portões do inferno.
O som das folhas ao toque do vento. É uma das coisas mais inspiradoras principalmente quando o cérebro fervilha pra colocar em prática as minhas narrativas.