Considerando que todos nós temos uma “zona de conforto” emocional — aquele lugar onde tudo é previsível e seguro — muitas vezes crescemos exatamente quando somos obrigados a sair dela.
Você costuma buscar o desconforto que te faz evoluir ou prefere preservar a estabilidade mesmo que isso limite seu crescimento?
Depende do contexto. Por exemplo, aos quinze anos, deixei o meu conforto estável para trás e fui morar sozinha em um país diferente — idioma, cultura, tudo — e eu evolui muito como pessoa nesse processo, ainda nova de idade. Foi um desafio enriquecedor. Por outro lado, em outros pontos, mais ligados ao interpessoais, temho me preservado sob o seguro. Admito que cogito pisar para fora desse lugar, mas, cada vez que me aproximo da porta de saída, sou lembrada que o melhor é permanecer.
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