De fato, você tem toda razão, meu bem. Espero ainda ocupar algum espaço na sua mente, assim como você nunca deixou de habitar a minha. Fui alguém que te magoou, muito, muito mesmo, e nunca consegui me perdoar por isso. Nunca. Assim como nunca deixei de te amar. Ainda assim, de maneira egoísta, quis mostrar que a sua presença jamais deixou de viver em mim.
A dica que deixo, talvez não tão explícita, é que uma das primeiras músicas que você compartilhou comigo foi “So Faded”, do Bevy Marco. Ah, e eu ainda escuto Copeland. E penso em você. Principalmente com “Pope”, minha favorita.
A forma como você fala e as suas dicas apenas me levam a memórias bem distintas, e que de fato foi alguém importante para que eu as tenha compartilhado. Atualmente, tenho ambos os artistas em uma playlist esquecida que existe há um bom tempo, então não sei o quão coerente está sendo minha memória agora — ela nunca foi muito boa.
Mas bem, se você me conhece um pouco, como parece conhecer, eu sempre estou aberto a diálogos. Claro, se isso for do seu interesse de alguma forma. Não sou do tipo que fica remoendo coisas por um longo tempo, tampouco alguém que guarda rancor. Existem poucos casos que se encaixam nisso.
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