Em Sociedade dos Poetas Mortos, eles buscam a essência da vida. Sendo uma entidade milenar, você acha que a humanidade romantiza demais o tempo que tem, ou desperdiça a poesia de ser efêmero?
Sob o jugo da finitude, somos meros cegos tateando o próprio fim. Viver o presente, portanto, despe-se de qualquer romantismo leviano; é, antes, um ato de insolência desesperada, pois o amanhã é uma promessa que a existência não tem o menor pudor em quebrar. Que cada um cultive seu próprio delírio de propósito; afinal, o que para tu é desperdício, para outro poderá ser o último e mais singelo tesouro.
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